Secretaria
Estadual de Educação e Cultura |
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Instituto Teológico Quadrangular |
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Missão Quadrangular Cristo para as Crianças |
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Departamento de Educação Bíblica
Quadrangular |
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"Promover
educação e cultura que assegurem a VISÃO QUADRANGULAR" |
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DEPARTAMENTO DE ENSINO TEOLÓGICO |
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Diretrizes Básicas As diretrizes abaixo foram extraídas do manual ITQ e algumas considerações da Secretaria Estadual de Educação e Cultura. Alguns pontos principais que devem ser observados por todos Diretores das Unidades de Ensino Teológico. Diretores das Unidades de EnsinoInstituto Teológico Quadrangular Requisitos para diretores:
NomeaçõesO diretor tem direito a receber NOMEAÇÃO oficial da Igreja do Evangelho Quadrangular, expedida pela Secretaria Geral de Educação e Cultura. Este documento é muito importante no que se refere à Carreira Ministerial Quadrangular. Diretores de ITQ e MQCC podem pleitear ingresso ou ascensão na Carreira Ministerial com base no tempo de exercício da função, devidamente comprovada pelas suas nomeações. Competências do Diretor
Membros da Diretoria
O Vice – diretor é responsável pela Unidade de Ensino na ausência do Diretor. Precisa estar na Unidade sempre que o diretor se ausentar. Deve estar em comunhão com o Diretor e inteirado das atividades da Unidade, cooperando e participando das reuniões. Quando solicitado representará o Diretor em eventos e reuniões.
Ao tesoureiro compete:
O secretário é responsável pelo livro de atas da Unidade no qual ficam os registros das reuniões da diretoria. |
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MQCC - MISSÃO QUADRANGULAR CRISTO PARA AS CRIANÇASIMPORTÂNCIA DA IMPLANTAÇÃO DA MQCCMISSÃO QUADRANGULAR CRISTO PARA AS CRIANÇAS – O DESAFIO DA DIVULGAÇÃO E IMPLANTAÇÃO A MQCC é a escola oficial da Igreja do Evangelho Quadrangular, para a formação de líderes, pastores, professores e evangelistas de crianças. Nosso grande desafio para o ano 2008 é ampliar o número de escolas no Estado de São Paulo, bem como estruturar de maneira mais efetiva as escolas que já estão em funcionamento, através de visitas da SEEC nas Unidades de Ensino da MQCC, a fim de proporcionar treinamento qualificado aos diretores, membros da diretoria e corpo docente. Também objetivamos realizar atividades didático-pedagógicas regionais, junto aos líderes do ministério infantil, para que os mesmos sintam-se motivados a serem alunos da MQCC, preparando-se, desta forma, mais adequadamente para o ministério que Deus lhes têm atribuído. Esse trabalho junto à liderança regional poderá ser realizado nas regiões que já possuem a Unidade da MQCC, ou mesmo naquelas regiões que ainda não têm a escola. Estaremos, desta maneira, junto aos líderes, realizando o trabalho de treinamento e também divulgação da MQCC. É fundamental que se saiba, que o primeiro passo para a implantação da Unidade de Ensino Teológico da MQCC, está no fato de que é preciso que o Superintendente Regional conheça o funcionamento da escola, bem como seus benefícios na qualificação do corpo docente do ministério infantil, e disponha-se, dentro de suas possibilidades a implantar uma nova Unidade de Ensino. Para isso, a SEEC disponibilizará em 2008, de maneira mais contundente, a Diretoria Estadual da MQCC para realizar o trabalho de divulgação mais efetivo, também junto aos Superintendentes Regionais. PROJETO PATRULHEIROS QUADRANGULARES ESTUDANDO A PALAVRA
Conforme orientações da SGEC, e subseqüentemente da SEEC/SP, o Projeto “Patrulheiros Quadrangulares estudando a Palavra” é normativo dentro do Departamento de Educação Bíblica Quadrangular (DEBQ), tendo como prioridade padronizar a educação bíblica dentro da Igreja do Evangelho Quadrangular. Primeiramente é bom que se entenda um pouco sobre o que é um projeto...
Pra. Vera Lúcia G. Pires / São Luís-MA A Pedagogia de Projetos surgiu no início do século, com John Dewey e outros representantes da chamada “Pedagogia Ativa”. Já nessa época, a discussão estava embasada numa concepção de que “educação é um processo de vida e não uma preparação para a vida futura e que a escola deve representar a vida presente – tão real e vital para o educando como o que ele vive em casa, no pátio, etc.” ( Dewey, 1897 ). Os tempos mudaram, mais de um século se passou e a preocupação da relação entre a escola e realidade sócio-cultural continua ainda atual. É nesse contexto, e dentro dessa polêmica, que a discussão sobre a Pedagogia de Projetos atualmente se coloca, o que significa dizer que esta é uma discussão sobre uma determinada concepção e postura pedagógicas e não sobre uma técnica de ensino mais atrativa para os educandos.
Se perguntarmos aos educadores sobre qual o seu objetivo de ensino, sobre o tipo de aluno que gostariam de ajudar a formar, não haverá, com certeza, uma discordância nas respostas. Faz parte de praticamente todo discurso pedagógico, citar, como objetivos de ensino, a formação de alunos autônomos, conscientes, reflexivos, participativos, cidadãos atuantes, felizes, entre outras características similares. Não aparecem, nessa discussão, características como passividade, submissão ou alienação. No entanto, se formos olhar através das “lentes” do cotidiano escolar, esse discurso não se legitima em uma prática. Sendo assim, é que a Pedagogia de Projetos visa re-significação do espaço escolar, transformando-o em um espaço vivo de interações, aberto ao real e às suas múltiplas dimensões. O trabalho com PROJETOS traz uma nova perspectiva para entendermos o processo ensino-aprendizagem. Aprender deixa de ser um simples ato de memorização, e ensinar não significa mais repassar conteúdos prontos. Nesta postura todo conhecimento é construído em estreita relação com os contextos em que são utilizados, sendo, por isso mesmo, impossível separar os aspectos cognitivos, emocionais e sociais presentes nesse processo. A partir dessas considerações, podemos situar os PROJETOS como uma proposta de intervenção pedagógica que “dá à atividade de aprender um sentido novo, onde as necessidades de aprendizagem afloram, nas tentativas de se resolver situações problemáticas. Um PROJETO gera situações de aprendizagem, ao mesmo tempo, reais e diversificadas. Possibilita, assim, que os educandos, ao decidirem, opinarem, debaterem, construam sua autonomia e seu compromisso com o social, formando-se como sujeitos culturais, principalmente se levarmos em conta que o aluno deve ser o sujeito de seu próprio conhecimento. Nessa polêmica, podemos identificar um grupo de educadores que enxerga o conhecimento escolar como transmissão de um conhecimento disciplinar (já pronto e acabado) a alunos que não o detêm. Professores com essa concepção, por estarem preocupados com transmissão de conteúdos disciplinares, acham que não podem abrir uma discussão com os alunos, ou propor um trabalho de grupo, pois isso significa perda de tempo e não “vencimentos” dos conteúdos, ao final do ano. Esta tendência traz a concepção cientificista do conhecimento. Por outro lado, ao tentar romper com essa concepção, muitos educadores acabam negando e desvalorizando os conteúdos disciplinares, entendo a escola apenas como espaço de conhecimento da realidade dos alunos e de seus interesses imediatos. Esta tendência revela uma concepção espontaneista do conhecimento. Apesar de aparentemente tão diferentes, essas duas tendências têm em comum uma visão dicotômica do que seja conhecimento escolar, acabando por fragmentar um processo que não pode ser fragmentado. A Pedagogia de Projeto se coloca como uma das expressões da concepção globalizante que permite aos alunos, como coloca Zabala (1990), analisar os problemas, as situações e os conhecimentos dentro de um contexto e em sua globalidade, utilizando, para isso, os conhecimentos presentes nas disciplinas e sua experiência sócio-cultural. O que se coloca, então, não é a organização de PROJETOS em detrimento dos conteúdos das disciplinas, e sim, a construção de uma prática pedagógica centrada na formação global dos alunos. O desenvolvimento de PROJETOS, com o objetivo de resolver questões relevantes para o grupo, vai gerar necessidades de aprendizagem e, nesse processo, os alunos irão se defrontar com os conteúdos das diversas disciplinas, entendido como “instrumentos culturais”, valiosos para compreensão da realidade e intervenção em sua dinâmica. Há, assim, a possibilidade, com PROJETOS DE TRABALHO, de evitar que os alunos entrem em contato com os conteúdos, a partir de conceitos abstratos e de modo teórico, como muitas vezes, tem acontecido nas práticas escolares. Nessa mudança de perspectiva, os conteúdos deixam de ter um fim em si mesmos, e passam a ser meios para ampliar a formação dos alunos e sua interação na realidade, de forma crítica e dinâmica. Há, também, o rompimento com a concepção de “neutralidade” dos conteúdos, que passam a ganhar significados diversos, a partir das experiências sociais dos alunos, envolvidos nos PROJETOS.
Ao se pensar no desenvolvimento de um PROJETO, a primeira questão colocada diz respeito a como surgem esses projetos e, principalmente, quem propõem o tema para o PROJETO. O que se defende aqui é que um PROJETO necessita nascer do chão da escola, isto é, da necessidade dos alunos em questão. O que caracteriza o trabalho com PROJETOS não é o fato de a temática surgir dos alunos ou professores, mas do tratamento dado a esse tema, no sentido de torná-lo uma questão do grupo como um todo e não apenas como de alguns ou do professor. Nesse sentido, os problemas ou temáticas podem surgir de um aluno em particular, de um grupo de alunos, de uma turma, do professor ou da própria conjuntura. O que se faz necessário garantir é que esse problema a ser de todos, com um envolvimento efetivo na definição dos objetivos e das etapas para alcançá-los, na participação das atividades vivenciadas e do processo de avaliação. Para isso, ao se pensar no desenvolvimento de um PROJETO, três momentos devem ser configurados: Problematização: é o ponto de partida, o momento detonador do PROJETO. Nessa etapa inicial, os alunos irão expressar suas idéias, crenças, conhecimentos sobre o problema em questão. Esse passo é fundamental, pois dele depende todo o desenvolvimento do PROJETO. Os alunos não entram na escola como uma folha em branco. Já trazem, em sua bagagem, hipóteses explicativas, concepções sobre o mundo que os cerca. E é dessas hipóteses que a intervenção pedagógica precisa partir, pois, dependendo do nível de compreensão inicial dos alunos, é evidente que o processo tome um outro caminho. É na fase de problematização que o professor detecta o que os alunos já sabem e o que ainda não sabem sobre o tema em questão. É também a partir das questões levantadas nesta etapa que o PROJETO é organizado pelo grupo. Desenvolvimento: é o momento onde se criam as estratégias para buscar respostas às questões e hipóteses levantadas na problematização. Aqui, também, a ação do sujeito é fundamental. Por isso, é preciso que os alunos se defrontem com situações que os obriguem a confrontar pontos de vista, rever suas hipóteses, colocar-se novas questões, confrontar-se com novos elementos da Ciência. Para isso, é preciso que se criem propostas de trabalho que exijam a saída do espaço escolar, a organização em pequenos e grandes grupos, o uso da biblioteca, a vinda de pessoas convidadas à escola, entre outras ações. Nesse processo, as crianças têm que utilizar todo conhecimento que têm sobre o tema e se defrontar com conflitos, inquietações que as levarão ao desequilíbrio de suas hipóteses iniciais. SÍNTESE: Em todo esse processo, as convicções iniciais vão sendo superadas e outras mais complexas, vão sendo construídas. As novas aprendizagens passam a fazer dos esquemas de conhecimento dos alunos e vão servir de conhecimento prévio para outras situações de aprendizagem.
IMPORTANTE: Apesar de explicitarmos três momentos dentro do desenvolvimento de um PROJETO, é importante frisar que são momentos de um processo e não etapas estanques. A compreensão da metodologia como técnica é comum em nossa cultura escolar e dela vem a significação e a redução da PEDAGOGIA DE PROJETOS enquanto uma técnica de ensino. Entendemos que a PEDAGOGIA DE PROJETOS não pode ser uma técnica, sujeita a regras predeterminadas. OS PROJETOS são processos contínuos que não podem ser reduzidos a uma lista de objetivos e etapas. É uma postura que reflete uma concepção de conhecimento como produção coletiva, onde a experiência vivida e a produção cultural sistematizada se entrelaçam dando significado às aprendizagens construídas. Aprendizagens estas que servem não só à resolução dos problemas postos para aquele PROJETO específico, mas que são utilizadas em outras situações, mostrando, assim, que os educandos são capazes de estabelecer relações e utilizar do conhecimento apreendido sempre que necessário.
MUITO IMPORTANTE: OS PROJETOS não se inserem apenas em uma proposta de renovação de atividades – tornando-as mais criativas – e sim, de mudança de postura, o que exige um repensar da prática pedagógica e das teorias que a estão informando. Entendida nessa perspectiva, a PEDAGOGIA DE PROJETOS é um caminho para transformar o espaço escolar em um meio estruturante, aberto à construção de aprendizagem significativas para todos que dele participam.
Uma proposta pedagógica que privilegia o trabalho com PROJETOS, se justifica por princípios que se expressam em necessidades de natureza didática:
(Texto elaborado pela equipe de assessoria Abaparu / adaptado ao P.P.Q. pela Pra. Vera Lúcia G. Pires – São Luís/MA). Para que de fato o PROJETO PATRULHEIROS QUADRANGULARES ganhe o verdadeiro significado para o qual foi elaborado é necessário que se leve em conta algumas características próprias de um BOM PROJETO de trabalho Pedagógico. OBSERVE:
- Conhecer o que os alunos sabem sobre o conteúdo bíblico que será estudado no quadrimestre.
- Visão geral do PROJETO.
- O que o professor quer que as crianças aprendam. No Projeto Patrulheiros Quadrangulares é o que se deseja que a criança: SAIBA, SEJA e FAÇA no final do quadrimestre, isto é do PROJETO.
- Ter uma seqüência de atividades, tendo em vista o PRODUTO FINAL.
- Oferece visibilidade ao trabalho realizado.
Os PROJETOS podem ser elaborados segundo diversas formas, entretanto, é preciso que nelas estejam garantidos alguns aspectos que qualificam um bom PROJETO. São eles: - O objetivo do PROJETO é claro e sua justificativa é coerente com este. Nós já sabemos o quanto o conteúdo do Projeto Patrulheiros Quadrangulares é importante para as crianças. Mas, a criança ainda não se despertou para a grandeza do tema em questão. Então, faz-se necessário que o professor problematize, provoque de tal forma que se torne significativo. - Os alunos conhecem e compartilham o objetivo do PROJETO. Referências PROGRAMA SÃO LUÍS, TE QUERO LENDO E ESCREVENDO, Formação de Coordenadores Pedagógicos – SEMED/ São Luis-Ma. ESCOLA RURAL, Proposta Político - Pedagógica para a rede de Ensino – SEMED/ Belo Horizonte-MG. HERNADEZ, F.Y VENTURA.La organizacios Del curriculum por proyetos de trabajo. Barcelona: Grão/ICE de la universidad de Barcelona, 1992. PROJETOS, POR QUÊ? (Texto produzido por Rosaura Soligo) |
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VisitasOs Diretores Regionais do DEBQ devem elaborar um programa de visitas às igrejas da região. Tais visitas devem ser agendadas sempre com a ciência do pastor, do diretor local da EBQ e do seu Superintendente Regional. O ideal é que este programa seja entregue a todos os pastores, diretores e ao superintendente regional no início do ano; CadastrosA SEEC está trabalhando na produção do Sistema de Gerenciamento Educacional para facilitar o trabalho das Unidades de Ensino Bíblico e Teológico. Os Diretores Regionais do DEBQ devem:
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